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Foto: Via assessoria de imprensa
Cultura
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Exposição ”Raspsódias Amazônicas” de José Roberto Aguilar será inaugurada sábado (21/03) no MACS

No sábado (21/03), às 10h30, o MACS – Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba recebe a exposição “Rapsódias Amazônicas”!

A mostra individual de José Roberto Aguilar reúne cerca de 30 pinturas, entre elas sete telas de grandes dimensões, além da instalação Guardiões das Águas.

A entrada é gratuita!

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Desde 2004, o artista divide seu tempo entre São Paulo e Alter do Chão, no Pará, onde mantém residência e ateliê.

Da sua convivência com a floresta amazônica e com as comunidades ribeirinhas surgem as obras que agora compõem o conjunto apresentado no MACS.

A exposição marca o encontro de dois trajetos que atravessam mais de seis décadas de atuação no campo da arte brasileira, articulando produção artística e reflexão crítica em torno de uma obra que se mantém em movimento.

Em 1960, o físico e crítico Mário Schenberg identificou Aguilar como um dos pioneiros da nova figuração no Brasil. A partir de 1964, o artista incorporou spray e pistola à sua prática, transformando o embate com a tela em um procedimento recorrente.

A pintura se organiza como ação contínua, em que texto, palavra e imagem coexistem. A fabulação comparece como estrutura, não como ilustração.

jose roberto aguilar

Via assessoria de imprensa

Em “Rapsódias Amazônicas”, a mostra apresenta um recorte que articula memória, deslocamento e permanência.

Ao reunir telas recentes e trabalhos de grande escala, como Alter do Chão, Hermenêutica, Guardiões e muitas outras, a mostra inscreve no MACS uma trajetória que atravessa diferentes momentos da arte brasileira, conectando experiência urbana e vivência amazônica em uma mesma superfície pictórica.

A curadoria é de Fabio Magalhães.


Sobre José Roberto Aguilar

Além da arte, Aguilar também atua na literatura e na música.

Na juventude, integrou, ao lado de Jorge Mautner e José Agrippino de Paula, o grupo Kaos, experiência que antecede o ambiente cultural da Tropicália.

Já na década de 80, lançou o livro A Divina Comédia Brasileira e criou a Banda Performática com Paulo Miklos e Arnaldo Antunes. A circulação entre linguagens informa a construção de uma pintura que incorpora narrativa, ritmo e enunciação poética.


Horário de funcionamento e mais informações:

A mostra estará aberta para visitação até 04 de julho, nos seguintes horários:

  • Terça a sexta, das 10h às 17h
  • Sábados, domingos e feriados, das 10h às 15h.

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba fica na Av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 – Centro.