Entre a proa e o convés

20/02/2014

Quando se parte para uma viagem, para uma aventura, ou até mesmo para um passeio, é importante ter sempre um “porto” para onde se pensa regressar.

É assim também com os velejadores. Como com o professor de natação Marcos Faccini, que há 12 anos, comprou sua primeira vela, uma Magnum 595, de 19 pés, e com a qual continua se deliciando com os ventos da Represa de Itupararanga.

Ele foi autodidata nesse esporte. Como sempre adorou água foi fazer um curso de windsurf na represa de Guarapiranga, em São Paulo e velejava com o Wind em Florianópolis.

Quando ficou sabendo da venda de um veleiro comprou mesmo sem nunca ter entrado em um antes. Mas foi aprendendo e se saiu muito bem.

Ele explica que não é totalmente verdadeiro dizer que o velejador fica refém do vento, pois tem que se ter uma sincronização nos movimentos para se chegar onde quer.

A diferença para um barco movido à vela para aquele movido a motor é grande. “Só ouço o barulho das águas e do próprio vento”.
Ilha Bela é conhecida como a capital desse esporte. Marcos já participou de alguns campeonatos por lá, mas diz que, definitivamente, não é a praia dele. “É muita gritaria, um estresse gerado pela competição. Sou mais voltado para o passeio e para viagens”.

Por falar nisso, dois anos seguidos ele viajou pelas águas do Rio Tietê, em expedição com a namorada e amigos de Barra Bonita até chegar ao Rio Paraná.

Um dos locais de acesso a esse esporte é o São Francisco Sailing Club, a nove quilômetros da barragem, na represa de Itupararanga, em Votorantim.

Conforme explica Marcos os apaixonados ou curiosos por vela podem se encontrar e fazer uma aulas, no caso dos inexperientes.

ir para o topo

Enviar